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24 de out de 2012

Sweets to the sweetest...



Mulher. Sereia. Louca. Livre.

São essas palavras que me vem a cabeça quando citam teu nome. As flores são pra te trazer doçura. A doçura das mulheres, das sereias, das mais loucas e livres. O que ser louca, afinal, Maga?

Ser louca é ser livre. Ser mulher é ser Sereia. É ser mista e bela, dócil, obscura, macabra. É a força Maria-Maria. A estranha magia de ter fé na vida. Porque se for, estou certa que nada em ti carece dessa força, dessa magia, dessa bravura. Você é minha "William Wallace" do século XXI, a Joanna D' Arc que se arma com graça e ritmo. SÍLFIDE. NINFA. LO-LI-TA.

Nas palavras de Vladimir Nobokov, que - por certo - escreveu melhor do que eu jamais poderia. Pra você, com açúcar, com afeto.


"Lolita, luz de minha vida, labareda em minha carne. Minha alma, minha lama. Lo-li-ta: a ponta da língua descendo em três saltos pelo céu da boca para tropeçar de leve, no terceiro, contra os dentes. Lo. Li. Ta.
Pela manhã ela era Lô, não mais que Lô, com seu metro e quarenta e sete de altura e calçando uma única meia soquete. Era Lola ao vestir os jeans desbotados. Era Dolly na escola. Era Dolores sobre a linha pontilhada. Mas em meus braços sempre foi Lolita."


-- Alice Gabriela

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